Dados
Só o que serve para avaliar o caso
Nome, contato, estado e o que você conta sobre o trabalho. Os formulários não pedem CPF, senha nem dados do banco.
Ver os dados de cada formulárioQuem escreve para um advogado conta coisas sérias. Esta página explica, em linguagem simples, quais dados o site recebe, para que servem, quem vê e como pedir para apagar.

O essencial, para quem quer a resposta curta. O texto completo vem logo abaixo, com o artigo da lei de cada regra.
Dados
Nome, contato, estado e o que você conta sobre o trabalho. Os formulários não pedem CPF, senha nem dados do banco.
Ver os dados de cada formulárioUso
Os dados não são vendidos nem usados para propaganda. A empresa em que você trabalha não recebe nada na avaliação.
Ver para que os dados são usadosSigilo
O que você relata fica sob o sigilo profissional da advocacia e sob a LGPD, a lei que protege dados pessoais.
Ver quem tem acesso aos dadosSeus direitos
Basta um pedido pelo WhatsApp ou por e-mail. A lei dá até 15 dias para a resposta completa.
Ver como pedir acesso ou exclusãoO controlador, que é quem decide como os dados são usados, é Maryon Portes, advogada, OAB/SC 50.864, com atendimento online para todo o Brasil e dedicado só a trabalhadores.
O encarregado, que é a pessoa que responde às suas perguntas sobre dados (art. 41 da LGPD), atende pelo e-mail contato@maryonportesadvocacia.com.
O site só recebe o que você escreve ou escolhe nos formulários e nas mensagens. Cada formulário pede o mínimo para entender o caso:
Se o seu relato falar de saúde, gravidez, religião, origem racial ou sindicato, esses são dados sensíveis, que a LGPD protege com mais rigor (art. 11). Eles são usados só para avaliar o caso e, se houver processo, para defender os seus direitos nele.
A base legal, que é o motivo aceito pela lei para usar dados, é o seu consentimento, dado ao marcar a caixa do formulário (art. 7º, I, da LGPD). Se houver contrato, entram também a execução dele e o exercício de direitos em processo (art. 7º, V e VI). A medição da origem das visitas usa o legítimo interesse, que é o uso esperado e de baixo impacto para melhorar o serviço (art. 7º, IX).
Os dados não são vendidos, não são usados para propaganda de outras empresas e não são enviados à empresa em que você trabalha. Ela só fica sabendo do caso se você decidir entrar com a ação, quando a Justiça envia a notificação oficial.
O processo trabalhista costuma ser público. Quando o caso envolve intimidade, como assédio ou doença, a advogada pode pedir que ele corra em segredo de justiça, que é quando só as partes e os advogados podem ver o conteúdo.
Se não houver contrato, os dados da avaliação ficam guardados só pelo tempo necessário para responder e para um eventual retorno seu. Depois, são apagados. Você pode pedir para apagar antes disso.
Se houver contrato, os dados ficam guardados enquanto durar o processo e pelo prazo que a lei exigir depois dele, por exemplo para prestar contas de valores recebidos.
Cookies são pequenos arquivos que o site grava no seu navegador. Este site usa ferramentas do Google para contar visitas e saber quais anúncios trouxeram contatos (Google Analytics e Google Ads), para carregar as letras das páginas (Google Fonts) e, nas páginas de cidade, para mostrar o mapa da Justiça do Trabalho local (Google Maps). Nas páginas das Varas do Trabalho e nas páginas de cidade mais novas, o mapa vem do OpenFreeMap (com dados do OpenStreetMap), e a biblioteca que desenha o mapa vem do jsDelivr. Os dois recebem o endereço de internet do aparelho, sem gravar cookies. Essas ferramentas podem gravar cookies e recebem o endereço de internet do seu aparelho.
Você pode bloquear ou apagar os cookies nas configurações do navegador. O site continua funcionando, inclusive os formulários e a calculadora.
A LGPD (art. 18) garante que você possa, a qualquer momento:
Para pedir, mande uma mensagem pelo WhatsApp ou por e-mail. Antes de responder, a equipe confirma que é você, para que ninguém peça os seus dados no seu lugar. A confirmação simples sai na hora, e a cópia completa, em até 15 dias (art. 19).
Se houver processo, alguns dados precisam continuar guardados enquanto a lei exigir (art. 16). Se o seu pedido não for atendido, você pode reclamar na ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que fiscaliza a LGPD.
O site usa conexão segura, o https, que embaralha os dados no caminho entre o seu aparelho e o servidor. O acesso aos relatos fica restrito à advogada e à equipe do caso.
Se acontecer um incidente de segurança que possa trazer risco a você, como um vazamento, você e a ANPD são avisados (art. 48).
Para a sua própria proteção, use o seu celular e o seu e-mail pessoais, e não os da empresa, que podem ser monitorados por ela.
Mande o pedido pelo canal que preferir. A resposta vem da equipe do escritório, e não de um robô.
Pelo WhatsApp ou por e-mail, dizendo se quer ver, corrigir ou apagar os seus dados.
Para que ninguém peça os seus dados no seu lugar.
A confirmação simples sai na hora, e a cópia completa, em até 15 dias.